Como é um mega evento, vou mostrar aqui como foi a minha Virada.
Lá pelas 16:30 do sábado cheguei na estação consolação, onde marquei com uns amigos. Enquanto esperava, fiquei assistindo um tiozinho dançar ao som que rolava nos fones de ouvido.
Descemos a Augusta na direção dos Jardins até chegarmos no MIS (Museu da Imagem e do Som), onde o DJ Paulo Brown tocava Disco e Funk music para as (ainda) poucas pessoas presentes, que puderam experimentar ótimos drinks feitos com Whisky Passaport que eram distribuidos na faixa.
A noite foi caindo e o jardim do MIS foi ficando movimentado. Paulo Brown deu lugar à DJ Akin, que tocou funk, breakbeat, afrobeat e reggae. Enquanto isso, o pessoal do coletivo Grite Poesias distribuia balões com pequenas poesias para o público, o que deu um clima de festa de amigos.
Enfim, por volta das 19h Akin cede as pickups à Ashley Beedle, que continuou na linha reggae até conquistar o público e começar seu set de Disco e House. Os mais próximos à mesa de som cantavam as músicas junto, e todos estavam bem à vontade, dançando e fazendo fila para pegar os drinks.
Pouco depois das 21, Ashley já tinha uma pista cheia e animada, e começou a pesar o som, beirando o techno. Nesta hora, partimos para o Espaço +SOMA, onde estava pra começar uma noite com diversos rappers. O primeiro foi Akira Presidente, carioca que acabou de lançar seu álbum. Quem o acompanhou no show foi Apollo, do Pentágono.
Depois do +SOMA, fomos para o centrão, que já estava fervendo de gente. Meia noite em ponto começa o show da Céu na praça Júlio Prestes, que estava cheia, mas transitável. Do alto da torre da Sala São Paulo, artistas faziam acrobacias pendurados em uma corda, enquanto Céu e sua banda davam um show de groove.
Após show da Céu, ficamos à toa no centro, encontramos alguns amigos e fomos em direção à Virada Ilegaal, evento organizado pelo Jurassic Sound System. Infelizmente, chegamos tarde, porque um pouco mais cedo rolou uma briga e os caras desligaramo som. Entre idas e vindas, passamos na varanda da Voodoohop, que tinha um público bem animado.
Todos os palcos com som excelente, muito bem montados. Ponto negativo pra localização dos banheiros que eram bem distantes das atrações, as vezes até escondidos.
Ir à Virada sempre vale a pena, nem que seja pra ver uma movimentação diferente na noite. É música pra ouvir até amanhecer, de fato!

