domingo, 16 de maio de 2010

Virada Cultural 2010

Acabou. Lá se foi a Virada 2020, mais de 24 horas de atrações nacionais e gringas fazendo teatro, intervenções audiovisuais, tatoo, instalações e música, muita música.
Como é um mega evento, vou mostrar aqui como foi a minha Virada.

Lá pelas 16:30 do sábado cheguei na estação consolação, onde marquei com uns amigos. Enquanto esperava, fiquei assistindo um tiozinho dançar ao som que rolava nos fones de ouvido.


Descemos a Augusta na direção dos Jardins até chegarmos no MIS (Museu da Imagem e do Som), onde o DJ Paulo Brown tocava Disco e Funk music para as (ainda) poucas pessoas presentes, que puderam experimentar ótimos drinks feitos com Whisky Passaport que eram distribuidos na faixa.






A noite foi caindo e o jardim do MIS foi ficando movimentado. Paulo Brown deu lugar à DJ Akin, que tocou funk, breakbeat, afrobeat e reggae. Enquanto isso, o pessoal do coletivo Grite Poesias distribuia balões com pequenas poesias para o público, o que deu um clima de festa de amigos.






Enfim, por volta das 19h Akin cede as pickups à Ashley Beedle, que continuou na linha reggae até conquistar o público e começar seu set de Disco e House. Os mais próximos à mesa de som cantavam as músicas junto, e todos estavam bem à vontade, dançando e fazendo fila para pegar os drinks.






Pouco depois das 21, Ashley já tinha uma pista cheia e animada, e começou a pesar o som, beirando o techno. Nesta hora, partimos para o Espaço +SOMA, onde estava pra começar uma noite com diversos rappers. O primeiro foi Akira Presidente, carioca que acabou de lançar seu álbum. Quem o acompanhou no show foi Apollo, do Pentágono.






Depois do +SOMA, fomos para o centrão, que já estava fervendo de gente. Meia noite em ponto começa o show da Céu na praça Júlio Prestes, que estava cheia, mas transitável. Do alto da torre da Sala São Paulo, artistas faziam acrobacias pendurados em uma corda, enquanto Céu e sua banda davam um show de groove.


Após show da Céu, ficamos à toa no centro, encontramos alguns amigos e fomos em direção à Virada Ilegaal, evento organizado pelo Jurassic Sound System. Infelizmente, chegamos tarde, porque um pouco mais cedo rolou uma briga e os caras desligaramo som. Entre idas e vindas, passamos na varanda da Voodoohop, que tinha um público bem animado.



Todos os palcos com som excelente, muito bem montados. Ponto negativo pra localização dos banheiros que eram bem distantes das atrações, as vezes até escondidos.
Ir à Virada sempre vale a pena, nem que seja pra ver uma movimentação diferente na noite. É música pra ouvir até amanhecer, de fato!

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Danceteria @ Hot Hot

Quinta foi dia de Danceteria, festa dedicada à disco e house music. Os residentes Marcio Vermelho e Ricardo Gonzales receberam Marcio Zamzi.





















terça-feira, 11 de maio de 2010

Jazz na Rua

São Paulo é um tesão! No último sábado, indo pra Jamaican Backyard, uma festa de reggae na Vila Madalena, reparo um movimento em frente a uma loja de instrumentos na Teodoro Sampaio. Um cara com um copo de cerveja na mão e sotaque de algum país vizinho me disse que ia começar um show de jazz. Alguns minutos depois, começa o show. Jazz, Jazz e Jazz, no meio da rua, pra todo mundo ouvir. O público lotou a calçada e parte da rua. Coisa linda!





















Pena que uns vinte minutos depois do início, a chuva desabou e a galera teve que se esconder no boteco ao lado. Nem deu pra ir na outra festa...

Este projeto rola todos os sábados a tarde, lá pras 16h, na Rua Teodoro Sampaio, próximo ao Metrô Clínicas. Vale a pena :)

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Outkast

Conheci Outkast lá pra 2004, quando Hey Ya! tocava toda hora no FM e na MTV. Depois disso fiquei um tempo sem ouvir falar nada e resolvi ir atrás. Porra, quanto tempo perdido! Ouvindo todos os trampos deles, acho complicado escolher o melhor álbum, todos são excelentes!

O Outskast é formado por Andre 3000 e Big Boi, que lançaram o primeiro álbum em 1994, e em 1996 já lançaram o segundo, que é o que vou postar pra vcs.

Este álbum de 1996 chamado ATLiens (em referência à cidade natal do dua, Atlanta) é o álbum mais rap dos caras! Há momentos e momentos, mas acho que este é o álbum que mais ouvi. Nada mais a dizer, apenas baixe, dê o play e viaje. Esquanto baixa, ouça o som Elevators, pra fazer uma degustação:



Para baixar, clique AQUI

sexta-feira, 26 de março de 2010

Erykah Badu

Ahhh meu deus, Erykah Badu lançou mais um álbum deleitoso! The Return of The Ankh, que estava previsto pra fevereiro, acabou de sair, e tá redondinho! Com uma pegada parecida com New Amerykah Part One, mas com beats menos abstratos. Este álbum é um dos que vai dominar muitos iPods por aí nos próximos meses. Larga no repeat enquanto tá no busão que a viagem flui rapidão!



Clique AQUI para baixar New Amerykah Part Two (The Return of The Ankh)

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

A Filial

Os caras abriram o segundo dia do Indie Hip Hop 2009, fizeram um puta show e deixaram o público presente meio sem reação. Eu mesmo nunca tive interesse antes de sair o lineup do Indie, mas pesquisei, ouvi, gostei e era o show que eu tava esperando no domingo. Valeu a pena pra caralho!

O negócio é que eles lançaram umas paradas na gringa, e essa pegada brasileira de "arroz, farofa, salsa e cebolinha, feijoada com cachaça" faz a gringaiada perder a linha, né? então os caras chegaram a ser citados até no NY Times. Mas independente disso,o som é fudido, principalmente nesse álbum chamado "1,99", que é uma mistura de um monte de coisa legal nacional, e uns beats muito bem produzidos! É hip hop do bom!


Os caras fizeram a capa numa feira em Santa Teresa, no Rio. Esse video mostra um pouco do processo de criação da capa e do álbum:



Clique AQUI para baixar o álbum "1,99" d'A Filial
Clique AQUI para acessar o myspace

Bem vindo, você está em São Paulo!

São Paulo está um caos! chuvas derrubando morros, parando o trânsito, tirando moradias...
Sem dúvidas os problemas são grandes, mas em meio à desordem, podemos achar muitos cantos pra se ouvir um bom som! A maioria deles está no centro expandido, e vou comentar alguns deles aqui neste post.

1. Tapas - O Tapas tem uma programação semanal com jazz, soul, mambo, samba, hip hop e música eletrônica. A casa é dividida em um lounge no piso inferior, com sofás e um bar onde são servidas as Tapas (uma espécie de canapé da Espanha) e uma pista no piso superior, com um soundsystem potente e um pequeno bar para servir bebidas. Os preços são acessíveis (não passam de 20 reais) e há dias que a casa funciona no happy hour. Destaque para a festa Mambo Samba Soul, que rola as quintas feiras. Próximo ao metrô Consolação.

Lounge no piso inferior do Tapas Club

2. Berlin - O Bar Berlin funciona na Barra Funda, com a programação voltada para musica latina, jazz e rock. Abre de segunda à sábado e o valor da entrada não passa de $15. Próximo ao metrô Barra Funda.

3. DJ Club - A Dj Club abre de quinta à sábado, com programação definida a cada dia. Destaque para a festa Sintonia, que acontece às quintas, capitaneada pelo dj KL Jay, que toca, entre outros ritmos negros, muito rap! Próximo ao metrô Trianon Masp.

Pista da DJ Club

Breve listaremos mais alguns clubs de São Paulo onde se pode ouvir boa música!